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Varejo Darwiniano

Varejo Darwiniano

“A adaptação é o termo-chave para sobreviver no mundo empresarial atualmente.”

Um artigo do Leonardo Pinto para a revista Novarejo, de abril de 2018, fez uma ótima analogia entre o mundo empresarial e a Teoria da Seleção Natural de Darwin.

Hoje, os clientes buscam desfrutar de uma experiência e não mais se satisfazem apenas com o produto final. A importância dos serviços e dos conteúdos fornecidos estão no centro das relações comerciais.

O varejo é altamente influenciado pela demanda dos clientes, que estão cada vez mais inseridos no mundo digital. É por isso que, respondendo a esse anseio dos consumidores, as empresas precisam estar cada vez mais conectadas, seja para estarem mais próximas dos seus consumidores, seja para atendê-los de maneira mais rápida e eficaz.

Percebendo este cenário, o meio empresarial brasileiro num geral, mas principalmente o varejo, está passando por um momento de profunda adequação às demandas tecnológicas. A transformação digital é tema recorrente em algumas companhias, que buscam se adequar à nova onda. No entanto, outras não parecem tão preocupadas em se inserir nesse novo meio, o que pode prejudica-las a longo prazo, fazendo-as sumirem do mapa.

Um estudo recente, promovido pela DOM Strategy Partners e a E-Consulting, fez uma analogia entre o mundo empresarial e a Teoria da Seleção Natural de Darwin. Nesse comparativo, quem não se adaptar ao novo habitat e acompanhar a concorrência, não sobreviverá: na base dessa cadeia de transformação digital, estão as empresas engessadas nesse conceito e que ainda não entenderam a diferença entre a web e o digital.

No meio da tabela, estão os inerciais, ainda enraizados nos modelos de negócios tradicionais; os wannabes, constantemente motivados pelo “novo”, mas sem saber (ou poder) aplicá-lo e, por fim, os players menores, que possuem grande capacidade, mas que podem, a qualquer momento, ser engolidos. Já no topo da cadeia, estão os sobreviventes, líderes que antecedem as tendências, protagonistas agressivos e constantes. Além deles, os smart killers, que configuram empresas recentes, mas com grande potencial. E, por fim, difíceis de categorizar, estão os retailtechs, empresas inovadoras, com modelos de negócios totalmente diferentes, que ameaçam seus concorrentes e promovem grandes mudanças no mundo dos negócios.

Determinadas estas categorias, você saberia dizer em qual delas a sua empresa encontra-se inserida? E, determinado isso, você está satisfeito com esse posicionamento?

Se quiser fazer sua empresa decolar, entre em contato conosco, quem sabe possamos ajudar!

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